Archive for the ‘Texto’ Category


Run&Care expande seus serviços!

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23, October, 2011 por Equipe Run and Care

LOGO R&C negativo

A Run&Care expande os serviços com o intuito de aprimorar a atenção à saúde e ao rendimento do atleta, fortalecendo o conceito de abordagem global.

Estamos trabalhando na atualização do nosso site!

Por enquanto, você confere aqui os serviços que disponibilizamos:

  • Medicina do Esporte = voltada não apenas para a abordagem de lesões, mas também para o cuidado geral da saúde do atleta e a intervenção sobre fatores fisiológicos ligados ao rendimento (fadiga, limiares ventilatórios…);
  • Avaliação Funcional do Gesto Esportivo = voltada para o diagnóstico funcional de fatores mecânicos que podem gerar pontos de sobrecarga (causa e fatores de risco de lesões) e de perda de potencial de rendimento;
  • Reeducação Funcional do Movimento = fisioterapia voltada para a correção dos desvios de movimento com o intuito de tratar e prevenir lesões, além de otimizar o gasto energético para o movimento podendo interferir positivamente sobre o desempenho;
  • Fisioterapia local = voltada para o tratamento local de lesões, com recursos como analgesia, medidas de otimização da cicatrização tecidual, KYNESIO TAPING, liberação miofascial, fortalecimento e ganho de flexibilidade para proteção do segmento afetado…
  • Osteopatia = fisioterapia que utiliza recursos manuais para avaliação e tratamento, voltada à correção de desvios articulares e disfunções do organismo como um todo. Auxilia o corpo a trabalhar de forma a não sobrecarregar determinadas regiões, com o intuito de tratar dores e permitir melhor adaptação do corpo ao movimento que está sendo treinado;
  • Terapia manual/Recuperação pós-atividade = voltada para a recuperação após treinos e provas, com o intuito de acelerar a recuperação e aliviar as tensões musculares, além de atuar sobre o equilíbrio do fluxo de energia (princípios da medicina oriental);
  • Nutrição = abordagem voltada para as necessidades e metas do atleta, sejam elas perda de peso, ganho de massa muscular ou rendimento.

Todos os serviços se enquadram no Gerenciamento Global da Saúde do Atleta, que tem como grande objetivo dar condições ao treinador de buscar as metas do seu atleta bem como de permitir a este que faça, com saúde, o que gosta de fazer: treinar!

Reeducação Funcional na Revista Runner’s

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19, October, 2011 por Equipe Run and Care

Matéria Runner's World-capa

A Run&Care está na Revista Runner’s desse mês (Outubro/2011)!

Quando Sérgio Xavier Filho, o Serginho, e Patrícia Julianelli, ambos da revista, ouviram falar da Run&Care, resolveram nos consultar para uma matéria sobre postura que seria adaptada da edição americana. No entanto, depois de muito conversarmos sobre o tema, despertamos o interesse dos dois, que se tornaram nossos pacientes!

Passaram por nosso programa de Reeducação Funcional, iniciando com a Avaliação Funcional do Gesto Esportivo e… Bem, o resto vocês conferem na reportagem “Conserto em dói maior”, que acabou ganhando espaço especial na edição de Outubro, com 6 páginas!

Convido-os, também, a conferir o blog “Correria”, de Sérgio Xavier Filho.

Stefano Arnhold quebra recorde no Ski

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19, October, 2011 por Equipe Run and Care

Nosso atleta, Stefano Arnhold quebrou o recorde brasileiro de Slalom Gigante na Copa do Mundo Masters de Ski Alpino em Setembro desse ano (2011). Segue a notícia:

Valle Nevado, 16/09/2011

Na prova de Slalom Gigante disputada nesta data no Valle Nevado, válida pela Copa do Mundo Masters de Ski Alpino, o esquiador Stefano Arnhold pulverizou o recorde brasileiro da modalidade ao marcar 70,63 pontos FIS. O recorde anterior pertencia ao proprio com a marca de 104,11 pontos FIS conquistados em Serre Chevalier na França em 09 de Janeiro deste ano, também em uma prova de Copa do Mundo.


Esta é também a melhor marca masculina no ski alpino, pois a anterior, do mesmo atleta foi conquistada num Super G no Valle Nevado em 2009 onde o esquiador paulista somou 77,86 pontos FIS (no ski alpino quanto menos pontos melhor).


O recorde brasileiro feminino no Slalom Gigante pertence a Luci Arnhold com os 50 pontos conquistados em 2004 em La Parva, também no Chile, quando Luci venceu a prova na oportunidade.


Stefano agora divide a 4ª posição no overall da Copa do Mundo com o chileno Gonzalo Oyanadel após duas provas organizadas pelo Brasil no Valle Nevado: um Super G e um Slalom Gigante.

Supinação do pé

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28, October, 2010 por Equipe Run and Care

Supinação é o movimento inverso da pronação. Enquanto na pronação a planta do pé se vira para fora, na supinação a planta do pé se vira para dentro.

Com o pé fixo no chão, supinação pode se traduzir pela descarga de peso no bordo lateral e aumento do arco da parte de dentro do pé (oposto do pé chato).

Da mesma forma com que um pé pode não ser pronado, mas pronar na corrida, o pé pode não ser supinado, mas supinar.

Um pé excessivamente supinado imediatamente antes do contato com o solo pode favorecer a ocorrência de entorses do tornozelo.

A sustentação do peso corporal na corrida com o pé supinado exercerá uma carga maior sobre a região lateral do pé e alterará a distribuição desta força no restante do aparelho locomotor podendo aumentar o risco de ocorrência de algumas lesões.

Note abaixo, três situações em que os pés tocam o solo bastante supinados ocorrendo simultaneamente. Observe que as plantas dos pés estão voltadas para dentro e que a descarga de peso se dá na lateral dos pés.

supinação

Fascite plantar

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2, September, 2010 por Equipe Run and Care

fascite

Um dos palavrões com que os corredores frequentemente se deparam é a fascite plantar. Algumas vezes este palavrão aparece nas grafias fasceíte ou fasciite.

De tão comum na corrida, o que é a fascite não chega a ser um mistério para a população corredora e não faltam boas fontes de informação na internet.

Por isso, abordaremos menos “o que é” e mais “como ela ocorre”.

A fascite se manifesta com uma dor na região interna da planta do pé, próxima ao osso do calcanhar. Esta dor é mais intensa pela manhã, nos primeiros passos após sair da cama, e tende a melhorar com a movimentação ao longo do dia. Porém, maiores períodos em pé, caminhando ou correndo podem fazer a dor reaparecer. E isto atormenta muito o corredor, chegando a limitar treinos e provas.

Uma das principais causas de angústia do atleta com fascite vem da não compreensão do mecanismo causador da fascite e da dificuldade do tratamento.

Como mencionado no post anterior (lesões por overuse), o mecanismo básico deste tipo de lesão pode ser entendido pelo ditado “água mole em pedra dura…”. As fascites, tendinites, bursites… do atleta, não se pegam do ar. Você não pegou fascite, você não tem fascite, você está com fascite, desenvolveu uma fascite.

O que faz a fáscia plantar machucar é um estresse mecânico, alguma sobrecarga que esta estrutura vem sofrendo. Eliminado o estresse mecânico, o tecido se recupera e a fascite desaparece.

Mas se o estresse mecânico vem da corrida, devo parar de correr?

No período em que a dor está intensa é mesmo aconselhável dar um repouso à estrutura e diminuir ou mesmo parar a corrida, mas esta não é a solução que buscamos. Você não precisa procurar outro esporte e não precisa virar sedentário e perder todos os benefícios do esporte porque está com fascite plantar.RNM pascite

Um movimento adequado não gera sobrecarga na fáscia plantar, aliás, não gera sobrecarga significativa em nenhuma estrutura do aparelho locomotor, apenas trabalho muscular.

Por isso, para tratar a fascite, precisamos corrigir o movimento da corrida para que ele deixe de sobrecarregar a fáscia e você possa treinar bem, sem dor.

Mas qual é o movimento inadequado que causa a fascite?

Na corrida, a fáscia plantar é maximamente tensionada quando o peso do corpo é sustentado mais pela parte interna da ponta do pé (mais pelo dedão). Ou seja, a pronação do pé é um fator importante (veja o post “pronação”).

Esta tensão também é maior, quanto maior a carga que deve ser sustentada. Por isso, correr com maior deslocamento vertical (saltando) é uma das inadequações que podem aumentar o risco de fasciite. Outra falha importante e comum é o déficit na absorção inicial do impacto. Ele deve ser feito com o retropé (parte de trás do pé – calcanhar) e com o rolamento do pé até que a ponta do pé receba o peso do corpo. Não realizar este processo, ou abreviá-lo, vai gerar maior carga e maior tempo de sustentação da carga na ponta do pé e, conseqüentemente, maior sobrecarga na fáscia.

Obviamente, outros fatores contribuem e devem ser analisados em cada caso como o sobrepeso, uso de calçados inadequados, treinamento sem orientação de professores entre outros.